Crias da base, Piton e Roni falam de experiência nas quadras de futsal do Timão
- Por Eduardo Quintino/Redação da Central do Timão
Lateral e volante lembram de seus primeiros passos no futsal corinthiano
Em depoimento a Corinthians TV, o lateral-esquerdo Lucas Piton e o volante Roni falaram sobre o início de suas trajetórias no clube. Antes de entrarem em definitivo nos gramados e chegarem ao time principal, os dois começaram as suas carreiras no futsal.
Piton chegou ao Corinthians em 2009, aos nove anos, mas logo teve de voltar a Jundiaí, sua cidade natal. Retornou ao clube em 2016 e está lá desde então. Na entrevista, lembra o seu momento mais marcante no futsal, a conquista do Mundial de Clubes Sub-18:
“Uma das melhores lembranças que tenho é do Mundial que ganhei em 2018 na Espanha, em cima do Barcelona”, explica o lateral, que fora chamado pelo técnico Daniel Magalhães para disputar aquele torneio. “Entrei no jogo e fiz um gol ainda. Aí liguei para o meu pai e ele ficou feliz porque assistiu ao jogo”, completou.

Roni, um ano mais velho que Piton, chegou ao Corinthians em 2004, quando completou cinco anos. Começou disputando torneios metropolitanos e estaduais. Anos mais tarde, teria seus primeiros encontros com o futuro lateral-direito.
“Eu cheguei em 2009, ele [Roni] estava no sub-9. Eu tinha oito anos, estava no sub-8, mas a gente treinava junto”, explica Piton, que ainda fala da influência do futsal no gramados. “Acho que é pensar muito rápido na hora de tomar decisão. Aí vem muito do futsal”.
Roni concorda: “Aprender a jogar em espaço curto, saber a tomada de decisão. O espaço curto faz você tomar a decisão mais rápida”, explica o volante, acreditando que as quadras são o caminho para quem quer fazer carreira nos gramados. “Acho que todo jogador em formação deveria passar pelo futsal. Porque vai ajudar, independente se vai virar jogador de campo ou de futsal”.

Os dois terminam o depoimento com mensagens de incentivo. Piton ressalta que “quando você quer uma coisa, você tem que sonhar, tem que acreditar. E, quando pequeno, não deixar os estudos de lado”.
E Roni lembra que o futsal é um lugar para mais ousadia: “Você treina sério, o treino é sério, mas também é um lugar de sorrir, de ser feliz. É um lugar onde você tem que ter alegria, tem que arriscar. Lá é o lugar de arriscar”, diz o volante.
Veja a entrevista completa: