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Com passagens pelos três rivais, Dodô revela ser corinthiano de infância: “Cresci gostando muito”

03/09/2021 Por admin
  • Por Kennedy Cardoso / Redação Central do Timão

Nascido na Vila Matilde, Zona Leste da capital paulista, o ex-atacante Dodô acumulou passagens por São Paulo, Palmeiras e Santos – os três principais rivais do Corinthians – ao decorrer de sua carreira profissional. No entanto, em entrevista exclusiva ao portal “UOL Esporte”, o “Artilheiro dos Gols Bonitos” afirmou ser corinthiano de infância. Contudo, ressaltou que atualmente não torce para nenhum clube brasileiro e só é adepto do Barcelona, da Espanha.

“Cresci gostando muito do Corinthians, acompanhava no rádio, gostava bastante até eu começar a jogar profissionalmente. A paixão foi deixada de lado e, como eu joguei em vários clubes, gosto muito de ver futebol hoje. Hoje, o meu time de coração é o Barcelona (da Espanha), estou muito triste (pela saída de Messi para o Paris Saint-Germain, da França). Mas não tenho um time específico, tenho carinho pelos que eu joguei, mas hoje eu não torço para nenhum time aqui do Brasil”, afirmou o ex-jogador.

Foto: Reprodução.

Dodô também relembrou sua passagem pelas categorias de base do Timão. Hoje com 47 anos, ele afirmou que foi dispensado do clube alvinegro por não ter aceitado atuar como lateral-esquerdo, aos 13 anos.

“Fui dispensado do Corinthians quando eu tinha 13 anos. Fui dispensado pelo Seu Ivan, que era o treinador. Ele queria me colocar de lateral-esquerdo, e aí falei: ‘pô, de lateral-esquerdo não tem nada a ver comigo’. Ele ficou na birra comigo e me mandou embora. Depois ele veio me pedir desculpa quando eu estava no São Paulo.”

Além disto, Dodô lamentou o fato de não ter conseguido jogar no Corinthians em 2009, ao lado de Ronaldo Fenômeno e companhia. O ex-jogador afirmou estava com um pré-contrato assinado com o Timão, mas, naquela época, foi punido por doping pela Corte de Arbitragem do Esporte por dois anos por uso de femproporex (anfetamina presente em remédios para emagrecimento).

“Eu estava com um pré-contrato com o Corinthians de dois anos. O Antônio Carlos (Zago), que era gerente de futebol (na verdade, era diretor), foi na minha casa no Rio (de Janeiro) e falou: ‘o Corinthians quer que você jogue lá, porque você é a cara do Corinthians’. Eu fiz o pré-contrato e falei: ‘só vamos esperar, se Deus quiser, dar tudo certo lá, que eu não seja punido, está certo o contrato’. Só que veio a punição, e eu não pude jogar no Corinthians”, disse.

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