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Com Lázaro no topo, relembre o aproveitamento dos últimos dez técnicos do Corinthians

24/12/2022 Por Larissa Beppler
  • Por Vinícios Cotrim | Redação da Central do Timão

Diferente do início da última década, o Corinthians começou a ter problemas com técnicos após a saída de Tite para a Seleção Brasileira. Dessa forma, muitos treinados acabaram sendo contratados para tentar repor essa lacuna e fazer o clube campeão novamente, como Tite havia feito nas últimas passagens.

Após a saída do Tite, em 2016, o Corinthians foi assumido por nove técnicos diferentes, com Fernando Lázaro, comandante para 2023, sendo décimo. A lista vai de nomes como Cristóvão Borges até Vítor Pereira, que deixou o clube após não renovar seu contrato, que se encerrava no fim deste ano.

Foto: Rodrigo Coca/Ag. Corinthians

Confira o aproveitamento de cada treinador pós-Tite:

Cristóvão Borges: O treinador ficou apenas três meses no clube. Ele assumiu logo após a partida de Tite para a Seleção. Ao todo foram 18 jogos comandados, com sete vitórias, cinco empates, seis derrotas e um aproveitamento de 48,15%.

Oswaldo de Oliveira: Ele foi contratado após a demissão de Cristóvão. Seu desempenho, no entanto foi pior ainda. Marcado pelos títulos de 1999 e 2000, Oswaldo deixou o clube com duas vitórias, quatro empates e três derrotas, somando um aproveitamento de 37,04%.

Fábio Carille: Após duas tentativas com técnicos experientes, o presidente do Corinthians na época, Roberto de Andrade, apostou no auxiliar fixo do clube que estava há cerca de nove anos na equipe. Carille fez 114 jogos na sua primeira passagem, com 59 vitórias, 32 empates, 23 derrotas, 61,11% de aproveitamento e três títulos conquistados.

Osmar Loss: Após a saída de Carille no meio de 2018, o Corinthians apostou novamente na efetivação de um auxiliar, mas não deu certo como da outra vez. Loss ficou cerca de quatro meses no comando, com 25 jogos, 10 vitórias, cinco empates, 10 derrotas e 46,67% de aproveitamento.

Jair Ventura: Filho de Jairzinho, ele havia feito bom trabalho no Botafogo um ano antes. Dessa lista, ele é o treinador com pior aproveitamento, mesmo que tenha chegado na final da Copa do Brasil de 2018. Ao todo foram 19 jogos, com quatro vitórias, seis empates e nove derrotas, tendo um aproveitamento de 31,58%.

Fábio Carille: Ele retornou após o péssimo ano de 2018. Em sua primeira competição, o Paulistão, ele conseguiu levar a equipe ao título novamente. Contudo, após discussões com a imprensa e com a direção do clube, ele deixou o comando técnico com 69 jogos, 27 vitórias, 24 empates, 18 derrotas e 50,72% de aproveitamento.

Tiago Nunes: Andrés Sanchez decidiu inovar no comando da equipe para 2020. Campeão da Copa do Brasil e da Sulamericana com o Atletico-PR, Tiago foi vice-campeão do Paulistão, mas acabou sendo demitido no meio do Campeonato Brasileiro com 27 jogos, nove vitórias, dez empates e oito derrotas, além de um aproveitamento de 45,68%.

Vagner Mancini: Ele foi contratado, principalmente, por conta da experiência. Mancini conseguiu fazer a equipe jogar bola e escapar do rebaixamento, que era a principal preocupação com Tiago Nunes no comando. Ele deixou o clube em maio de 2021, com 45 jogos, 20 vitórias, 13 empates e 12 derrotas, com 54,07% de aproveitamento.

Sylvinho: Primeira contratação de Duilio como presidente, o nome não foi muito aceito pela Fiel Torcida. O antecessor de Vítor Pereira conseguiu classificar o Corinthians para a Libertadores e foi demitido após a derrota para o Santos no primeiro clássico de 2022. No total, foram 48 jogos, 16 vitórias, 14 empates, 13 derrotas e 48% de aproveitamento.

Vítor Pereira: Sua chegada no clube causou um alvoroço na torcida corinthiana, que colocou suas esperanças no técnico português. Durante a temporada, ele conseguiu manter a equipe no topo da tabela do Brasileirão, chegou na final da Copa do Brasil e foi eliminado nas quartas da Libertadores. Seu aproveitamento foi de 51%, com 26 vitórias, 21 empates e 17 derrotas em 64 jogos.

Fernando Lázaro: Após praticamente cinco anos, o Corinthians voltou a apostar na efetivação do auxiliar técnico. Como interino, ele foi o comandante em apenas seis jogos, com cinco vitórias, um empate, 19 gols marcados, quatro sofridos e 90,48% de aproveitamento.

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