BLOG DO FIEL MOSQUETEIRO – Momento de rever custos do elenco e aproveitar a base
O Corinthians já vivia uma crise financeira antes mesmo da pandemia do coronavírus, e agora, com ela, a situação vai piorar

O futebol, ao mesmo tempo que é o meio que mais produz receitas, também é o que mais produz despesas. Reduzir os medalhões do elenco, pode ser uma maneira de economizar.
A base do Corinthians não precisa, necessariamente, produzir craques para o time titular, nesse momento já seria de grande utilidade se pudesse compor elenco, ajudando a enxugar a folha salarial de um plantel milionário.
Se calcular salários de reservas do time atual como Walter, Michel Macedo, Danilo Avelar, Sidcley, Richard, Gabriel, Ángelo Araos, Yony González, Everaldo dentre outros, somados ao dos veteranos Vágner Love e Boselli em fim de contrato, totalizamos mais 3 milhões de reais mensais, sem mencionar todos os encargos relacionados.
Os garotos da base já são custeados pelo clube, e com espaço no elenco principal podem ganhar destaque e gerar lucros ao Corinthians, assim como ocorreu com Pedrinho.
Contando o baixo número de jogos realizados por reservas em uma temporada, eles poderiam ser a oportunidade que esses jovens precisam.
Em outros tempos a base já cumpriu esse papel. E hoje pelas circunstâncias atuais, precisa ter uma função mais importante no time profissional. Pode até virar uma tendência no futebol brasileiro, com grande capacidade de promover talentos.
Exemplo: mantém um plantel com 18 atletas entre 29 do elenco atual. Faz caixa com jogadores reservas que tenham mercado, economiza mais de 40 milhões por ano com folha salarial e completa o time com atletas da base. Não seria uma missão fácil fazer essa limpa, mas com vontade e muito trabalho, o Timão pode chegar lá.
Dentre as promessas, segue uma lista de 28 atletas que já tem seus vencimentos ligados ao clube e poderiam disputar as vagas dos atuais reservas:
Os goleiros Donelli, Guilherme, Filipe e Caíque, os zagueiros Caetano, Richard e João Victor, os laterais Daniel Marcos, Lucas Pires e Igor Formiga, os volantes Xavier, Roni Moura, Riquelme e Du, os meias Fabrício Oya, Ruan, Adson, Gustavo Mantuan, Madson, Fessin e Juan David, os atacantes Gabriel Pereira, Rafael Bilu, Marquinhos e Mateus Araújo além dos centroavantes Nathan, Eduardo Tanque e Cauê.
Nem todos precisam vingar e virar estrelas, precisam apenas ter capacidade ocupar espaço no plantel, e com as devidas chances, lutar por espaço até no time titular.
As grandes vendas do futebol brasileiro, hoje, são de atletas de 17 ou 18 anos, e dadas as circunstâncias, chegou o momento do Timão dar espaço para suas joias brilharem.
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