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Chega de sermos vilipendiados! – Blog do Marcelino Rocha

08/10/2020 Por Larissa Beppler
Vilipêndio:

ato de tornar (alguém ou algo) vil, rebaixado, indigno; desvalorização, aviltamento, falta de apreço, de consideração; desprezo, menoscabo, menosprezo.

É exatamente isso que vem acontecendo anos a fio na maldita imprensa televisiva e as pessoas responsáveis por zelarem pelo nome do clube simplesmente ignoram, com se fosse algo normal.

Não, não é. É vil, é baixo, é grotesco, é inaceitável.

Dessa vez, um “jornalista” esportivo, torcedor do Santos Futebol Clube, anticorinthiano, tal qual o inventor do termo “apito amigo” (o qual se orgulha disso até hoje), colocou em xeque a gloriosa história de 110 anos do SPORT CLUB CORINTHIANS PAULISTA, ao afirmar não saber se a história do clube é maior que a história de um de seus ídolos, o goleiro Cássio.

Tenha santa paciência! Em uma inveja descarada, o “jornalista” afirmou em um programa esportivo que mais parece um circo cheio de palhaços:

É uma boa discussão se o Cássio é maior que o Corinthians ou não. Se você tirar o Cássio do Corinthians, você subtrai boa parte dos títulos importantes que o time conquistou”.

Memorial do Corinthians – Fotos: Corinthians

Como se o Corinthians tivesse simplesmente nascido na “era Cássio”, o infeliz esqueceu que vários ídolos, em diferentes épocas passaram e o Corinthians sobreviveu. Enfrentamos uma fila, e o Corinthians só cresceu, e esqueceu principalmente que o corinthiano não vive de títulos, vive de CORINTHIANS!

Agradecemos ao Cássio pelo papel fundamental nas conquistas recentes como Libertadores e Mundial de clubes, porém, mesmo que não as tivéssemos conquistado, em NADA diminuiria nosso tamanho e nossa história. NENHUM jogador, presidente e muito menos torcedor é maior que o Corinthians.

Mas entendo a histeria por parte de alguém que torce para um clube onde claramente um jogador foi e é maior que o clube de seu coração. Ou você aí que já ouviu a lenda que o “Santos parou uma guerra” em uma excursão na África, acreditou nessa falácia? Aparece o Santos lá sem o Pelé para ver o que teria acontecido.

E o que dizer do árbitro colombiano que expulsou Pelé de uma partida e a torcida revoltada o trouxe de volta ao jogo e expulsou o árbitro? Será que teriam tido a mesma revolta se o nobre juiz tivesse expulsado qualquer outro jogador peixeiro? Não, porque para aquelas pessoas ali o Santos era insignificante, o importante era o mito Pelé. Poderia ter ido o Jabaquara, se tivesse ido com o Pelé estaria tudo certo.

Eu tenho certeza em afirmar que não fosse Pelé, o Santos não teria os títulos que hoje ostenta, a maioria destes não vista pela maioria.

E exatamente por pura inveja, recalque ou qualquer outro adjetivo, esses mequetrefes tentam igualar o gigantesco CORINTHIANS a um clube que só tem relevância por que teve há muitos anos em seu quadro o maior jogador de futebol de todos os tempos.

Basta fazer um exercício de raciocínio: tire Pelé da história do Santos. Sobra o quê? 

Jornalistas de canais esportivos bisonhos, lavem a boca para falar do Corinthians. A nós cabe a tarefa de não assistir, consumir ou dar audiência a esses que só querem lucrar às custas de manchar a nossa paixão. A esses, o nosso repúdio.

Repúdio 

ato ou efeito de repudiar, ato de repelir; não aceitação, rejeição.

Nos vemos em breve. Grande abraço e… Vai, Corinthians!

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  • Marcelino Rocha, 42 anos, casado com uma loira linda e pai de uma princesa. Cearense de Fortaleza morando em Brasília-DF há 33 anos, um verdadeiro “cearango”. Representante da Fiel torcida na segunda edição do game show Fanáticos do Esporte interativo em 2017. Escreve na Central do Timão desde sua existência. Apenas mais um louco entre esses 30 milhões. 

Twitter e Instagram @marceparocha

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